- Carlos Eduardo Morales
- Claudio Marcio Cirino
- José Jorge Nobrega Santos
- Jozo Nishimura
- Mariano Manabu Takahashi
- Michael Rosa Alexandre
- Ricardo Tetuya Fujihara
- Rogério Correia Teixeira
- Sergio Boccia
- Silvio dos Santos Barbosa
Nosso nome
A escolha do nome de nossa A⸫ R⸫ L⸫ S⸫ CAVALEIROS da GRUTA AZUL,
baseia-se na sustentação do tripé:
(1) FILANTROPIA,
(2) LUZ DA VERDADE,
(3) e IDEAL/SONHO.
Os CAVALEIROS DA GRUTA AZUL, um IDEAL possuem (um sonho), um
TEMPLO a construir, para a FILANTROPIA fazer, através da LUZ DA
VERDADE realizar.
Os CAVALEIROS representam a nossa LUTA, a nossa BUSCA, a
construção de nosso Templo Interior. A ética e a Moral se fazem
presentes no alicerce de nossas colunas. Representa ainda a
UNIÃO, RESPEITO e LEALDADE de cada membro. A ALEGRIA e a
CONFIANÇA são as ligas desta corrente.
Entendemos que uma CORRENTE é tão forte quanto ao elo mais
FRACO. E que JUNTOS vamos construir.
Como os Templários, com código de honra libada, pretendemos dar
continuidade ao trabalho de FILANTROPIA, objeto maior da
fundação de nossa loja.
O AZUL simboliza a Lealdade, a Fidelidade, a personalidade e
sutileza que todos os obreiros de nossa A⸫R⸫L⸫S⸫ devem
perseguir; como também, o nosso IDEAL e SONHO. Ela favorece as
atividades intelectuais, a compreensão e a meditação. A cor azul
ajuda a baixar a pressão arterial, acalma e traz clareza mental.
Além de produzir tranquilidade, ternura, afetuosidade, paz de
espírito e segurança. É a cor do bem estar e do raciocínio
lógico, despertando a harmonia necessária em nossas sessões.
A GRUTA faz alusão à Caverna de Platão, de sua obra A REPÚBLICA
A alegoria da caverna, também conhecido como parábola da
caverna, mito da caverna ou prisioneiros da caverna; trata da
exemplificação de como podemos nos libertar da condição de
escuridão que nos aprisiona, através da LUZ DA VERDADE, onde
Platão discute sobre a teoria do conhecimento, linguagem e
educação do Estado Ideal.
A nossa GRUTA baseia-se, também, numa história fascinante e
cheia de mistérios, simbolizado pela Gruta Azul que esta
localizada na Grécia, na região Melissani, e se enquadra
perfeitamente em nossos pensamentos.
Localizada na ilha de Cefalônia, a Caverna Melissani e seu lago
interno de mesmo nome, encantam com suas águas cristalinas que
variam entre o azul-turquesa e o verde-esmeralda. Com 3500
metros de extensão e 40 metros de largura, a caverna é dividida
em duas áreas, sendo que a primeira é a mais bela e famosa.
Lenda da Gruta Azul
No trecho inicial a natureza escupiu um enorme buraco no teto de
onde os raios solares entre e se junte às águas límpidas e
pintando-a com um intenso azul. Já no segundo trecho, a luz fica
mais rara e as estalagmites e estalactites tomam conta da
caverna e dão um ar sombrio ao local. Localizada na área
transitória entre as duas cavernas existe um antigo altar de
oferendas ao Deus Pã filho de Zeus, que deu origem ao nome
popular do local, "Caverna das Ninfas". Segundo a mitologia
grega, as grutas eram habitadas por Deuses e suas belas mulheres
que viviam num "paraíso dentro da Terra".
A gruta AZUL, como na "Caverna das Ninfas", a LUZ vem do alto
para iluminar a nossa obscura caverna, possibilitando deslumbrar
a BELEZA que existe dentro dela. Bastando a luminosidade do SER
para possibilitar a busca do MILAGROSO através de FLASHES de
lucidez.
Nosso Brasão
Em nosso Brasão temos as espadas para a nossa luta conquistar,
Temos o escudo para nos defender,
Temos o Elmo, para nossa consciência proteger.
Temos a Cruz Templário, os ideais da ordem e filantropia seguir.
Temos o Olho de Hórus, representando o Olho que tudo vê, que em
seu devido TEMPO, ao cair dos véus permitirá os mistérios do
nosso SER desvendar.
Temos o Sol que deve, o caminho da VERDADE, o Trono de Salomão,
a nossa obscura caverna iluminar.
Temos o nosso Lema, Livres pensadores, a lembrar.
Temos as Plumas azuis e prateadas, que significam a presença dos
10 irmãos para a loja fundar
Olho de Hórus
No misticismo, o olho direito de Hórus é a representação da
informação real e concreta, sendo controlada pelo lado esquerdo
do cérebro, também o detentor do entendimento de palavras,
números e letras, e está voltado para o Universo pelo seu modo
masculino. O olho esquerdo, por sua vez, é a representação da
informação abstrata, sendo o símbolo da Lua, do lado feminino,
onde imperam o sentimentos e a intuição, além do poder de
visualização do lado espiritual.
A Cruz Templário
Representa grande parte de seus ideais de cavalaria. Sua forma
procedente da Cruz Templário representa a expressão do
pensamento Templário a partir de um centro (Deus) para os quatro
pontos do universo sobre os quais se estende, para proclamar a
força do Evangelho de sua espada, baluarte de sua razão de ser
como cavaleiros. “Três coisas não ficam por muito tempo ocultas:
o sol, a lua e a verdade.” Confúcio
O sol
O Sol é um símbolo constante de divindade. Considerava-o como
símbolo do máximo poder, portanto, do poder supremo, fonte da
vida e de toda a ordem de nosso sistema solar, é considerado a
fonte de luz e o emblema da inspiração, da revelação, do
conhecimento e do poder. O Sol representa a luz que vem do alto
para iluminar a nossa consciência, nosso olhar, o nosso caminho.
Para o Maçom, o Sol representa a luz intelectual da qual está em
constante procura e também representa a autoridade soberana e a
verdade divina, presidindo às honras, às dignidades, a
reputação. Torna reto, justo, equitativo, consciencioso e
governa nosso coração.
O Esquadro e o Compasso
O compasso e o esquadro reunido é a mais conhecida representação
da Maçonaria. Representa a divisa maçônica “Justiça e Perfeição”
simbolizada em dois instrumentos de trabalho, que une o sagrado
e o profano da profissão de construtor. Com o compasso, o Grande
Arquiteto do Universo desenha a conformação do universo, que é
esférica; com o esquadro ele traça os seus eixos, que são
fundados na bipolaridade das forças que o constroem. De um lado,
uma esfera sem medida, pronto para infinitas realizações, de
outro linha reta em comportamento e virtude, que desses eixos
não se afasta nem por força das mais fortes pressões. Na
simbologia maçônica, aplicada à filosofia praticada pelos
Irmãos, essa composição entre os dois instrumentos de traçado
significa que o maçom deve procurar ser justo e perfeito em suas
ações e julgamentos. Amplo no seu entendimento, flexível no seu
julgamento, reto no seu caráter. De um lado, uma esfera sem
medida, pronto para infinitas realizações, de outro linha reta
em comportamento e virtude, que desses eixos não se afasta nem
por força das mais fortes pressões. Os dois instrumentos juntos
têm a forma de uma estrela de cinco pontas, também conhecida
como Selo de Salomão. Na maçonaria essa alegoria é apresentada
como o mistério fundamental a ser adquirido pelo iniciado maçom.
Com efeito, sendo o conhecimento das propriedades da Estrela o
corolário do ensinamento maçônico, o ápice filosófico da Escada
de Jacó, espera-se que no momento em que essa intuição é passada
ao iniciado, ele o esteja pronto para receber a luz final desse
conhecimento, representado pela estrela formada pela união do
esquadro e o compasso.